TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PARA
OS ESPAÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS

Os desafios de manter as cidades prósperas e protegidas – passado, presente e futuro

A era da informação e do futuro já chegou.
O mundo vem passando por uma enorme e veloz transformação. E, assim como ocorreu ao longo de toda a história da humanidade, a sociedade encontra na tecnologia o suporte para seus principais desafios.

São elas, as inovações tecnológicas, que mudam profundamente o panorama social, apesar de muitas vezes tais transformações não ser bem compreendidas em seu tempo. Processos e relações da vida cotidiana, diante da interconexão dos mundos físico e digital, com homens e dispositivos trabalhando juntos, mudaram e vão mudar cada vez mais intensamente a forma como vivemos, e para sempre. Estamos no centro dessa transformação. E buscar uma existência mais justa e feliz, colocando o homem no centro desse processo de transformação social, faz parte desse caminho.

Com o crescimento populacional e a necessidade de dividir os recursos do planeta com cada vez mais pessoas – serão 8,6 bilhões vivendo no mundo em 2030 – pensar em soluções tecnológicas para os grandes desafios que virão é necessidade que deve ser colocada em primeiro lugar por gestores, autoridades e iniciativa privada.

À medida que as cidades crescem, elas enfrentam desafios cada vez mais complexos. Megacidades concentrarão milhões de pessoas, que terão necessidade de habitação, mobilidade, água, alimentos, energia e trabalho.

Para tanto, o homem deve estar seguro e se sentir seguro. Na vida, nos vínculos sociais, nas ruas das cidades e nas redes. As grandes mudanças do mundo vão gerar cada vez mais necessidade de proteção e segurança, nos mundos real e cibernético.

No dia a dia das supermetrópoles, mais uma vez a tecnologia aparece como o caminho para atender tais demandas. Ela é auxiliar poderosa para combater o crime, proporciona mais tranquilidade aos cidadãos e provê o sentimento de proteção que a sociedade tanto precisa.

Proteção e segurança são premissas de negócios da NEC, empresa que atua globalmente há mais de 100 anos e está há 50 (ou: há cinco décadas) no Brasil, marcada pelo pioneirismo em desenvolver soluções tecnológicas para apoiar autoridades e também empresas a enfrentar tais desafios.

Na era da informação, das redes sociais e da nuvem, muitas pessoas não têm mais apenas a sua identidade física, mas, comumente, 10, 20 ou até mais identidades digitais – em aplicativos, em dispositivos, em sites ou mesmo objetos físicos, como leitores de impressão digital, comuns nos edifícios modernos. Cada qual com sua senha e seu método próprio de acesso.

A ideia fundamental por trás dos sistemas biométricos parte do conceito da junção dos mundos físico e digital. Em outras palavras, vincular de maneira certa, eficaz, completa e segura a própria pessoa com suas outras identidades digitais – afinal de contas, não existem duas pessoas exatamente iguais.

Na lista de possibilidades da chamada multibiometria, aparece a identificação não apenas por meio da face, mas também da íris dos olhos, das impressões digitais, do reconhecimento da voz e até mesmo pela forma única da cavidade auricular. É possível utilizar essas características físicas – e únicas – das pessoas como um meio de autenticação, identificando cidadãos e clientes de maneira inequívoca e com precisão praticamente total.

O uso de sistemas multibiométricos, aprimorados continuamente pela NEC ao longo de mais de 30 anos de pesquisas em ações de controle, prevenção e identificação, é uma das portas de entrada para a sociedade mais segura. Isso estimula negócios, a educação, os grandes eventos, o turismo, a circulação. E também a economia das cidades e dos países e a sustentabilidade do nosso planeta. O grande beneficiado é e sempre será o homem.

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